Atribui-se ao Óleo de Prímula diversos benefícios à saúde, com aplicações para: artrite reumatóide, dor no peito, eczema, diabetes, alívio dos sintomas da tensão pré-menstrual, etc. Um pequeno estudo indicou que suplementação com óleo de prímula reduziu a quantidade de LDL, o colesterol ruim.

A Prímula (Oenothera biennis) é conhecida também pelos nomes populares: onográcea e estrela-da-tarde ou ‘evening primrose’ (nome originado do fato de suas flores abrirem-se ao entardecer). Na França é conhecida como onagre.
É originária da América do Norte. Foi levada para a Inglaterra em 1619, onde ficou conhecida como "King’s Cure-all". Seu cultivo expandiu-se pela Europa e Ásia, mas não há cultivo no Brasil. É uma planta herbácea anual ou bianual, de caule robusto, folhas largas e longas, flores grandes e amarelas. O fruto é uma cápsula que contém numerosas sementes.
Composição química: Ácido gamalinolênico (GLA), fitosterol, onoterina, taninos, compostos flavônicos, mucilagens, ácido palmítico, ácido esteárico, ácido oléico, beta-sistosterol e citrstadieno.
Através de seu princípio ativo, o ácido gama-linolênico, o óleo de prímula é empregado no tratamento de toda e qualquer condição para as quais as prostaglandinas (PGE1) seriam benéficas. Entre essas estão a tensão pré-menstrual, doenças benignas no seio, regulação do nível de colesterol sanguíneo, agregação plaquetária, regulação da pressão sanguínea, obesidade, doença atópica, esclerose múltipla, artrite, reumatismo, alcoolismo, desordens mentais e hiperatividade infantil.
 
Um aporte regular do óleo de prímula oferece ao organismo elementos construtivos essenciais para o mecanismo de auto-regulação hormonal, e contribui para o seu bom funcionamento e bem estar, especialmente na velhice, ou no envelhecimento prematuro provocado por certas enfermidades. Até para combater a anorexia o consumo do óleo de prímula vem sendo estimulado.
Alguns estudos envolvendo as propriedades anti-inflamatórias do óleo de prímula, com algumas pessoas sofrendo de artrite reumática resultaram em benefício significativo. Outras indicações para o uso de óleo de prímula incluem casos de cirrose descompensada, neuropatias diabéticas, tensão pré-menstrual (TPM) e esquizofrenia (coadjuvante).
Principais indicações do Óleo de Prímula:
- Ajuda na regulação da inflamação, agregação plaquetária e tônus vascular.
- Inibe a síntese do colesterol, controla a pressão sangüínea e ativa os Linfócitos.
- Atenua os sintomas da tensão pré-menstrual.
- Mantém a pele saudável e hidratada, evitando o envelhecimento ou ressecamento da pele.
- Atua na regulação da temperatura corporal, no gasto de energia do organismo e outras atividades. A deficiência destes ácidos causa diversos distúrbios orgânicos, entre eles baixa imunidade, transtornos sexuais e de crescimento.
- Poucos alimentos são fornecedores dessas substâncias em quantidade suficiente.
- O óleo de prímula é um agente ideal como fornecedor de GLA e LA.

A Prímula (Oenothera biennis) é conhecida também pelos nomes populares: onográcea e estrela-da-tarde ou ‘evening primrose’ (nome originado do fato de suas flores abrirem-se ao entardecer). Na França é conhecida como onagre.

primula flor

É originária da América do Norte. Foi levada para a Inglaterra em 1619, onde ficou conhecida como "King’s Cure-all". Seu cultivo expandiu-se pela Europa e Ásia, mas não há cultivo no Brasil. É uma planta herbácea anual ou bianual, de caule robusto, folhas largas e longas, flores grandes e amarelas. O fruto é uma cápsula que contém numerosas sementes.

Composição química: Ácido gamalinolênico (GLA), fitosterol, onoterina, taninos, compostos flavônicos, mucilagens, ácido palmítico, ácido esteárico, ácido oléico, beta-sistosterol e citrstadieno.

Através de seu princípio ativo, o ácido gama-linolênico, o óleo de prímula é empregado no tratamento de toda e qualquer condição para as quais as prostaglandinas (PGE1) seriam benéficas. Entre essas estão a tensão pré-menstrual, doenças benignas no seio, regulação do nível de colesterol sanguíneo, agregação plaquetária, regulação da pressão sanguínea, obesidade, doença atópica, esclerose múltipla, artrite, reumatismo, alcoolismo, desordens mentais e hiperatividade infantil. Um aporte regular do óleo de prímula oferece ao organismo elementos construtivos essenciais para o mecanismo de auto-regulação hormonal, e contribui para o seu bom funcionamento e bem estar, especialmente na velhice, ou no envelhecimento prematuro provocado por certas enfermidades. Até para combater a anorexia o consumo do óleo de prímula vem sendo estimulado.

Alguns estudos envolvendo as propriedades anti-inflamatórias do óleo de prímula, com algumas pessoas sofrendo de artrite reumática resultaram em benefício significativo. Outras indicações para o uso de óleo de prímula incluem casos de cirrose descompensada, neuropatias diabéticas, tensão pré-menstrual (TPM) e esquizofrenia (coadjuvante).

primula caps e flor   primula caps   primula oleo

Principais indicações do Óleo de Prímula:

- Ajuda na regulação da inflamação, agregação plaquetária e tônus vascular.
- Inibe a síntese do colesterol, controla a pressão sangüínea e ativa os Linfócitos.
- Atenua os sintomas da tensão pré-menstrual.
- Mantém a pele saudável e hidratada, evitando o envelhecimento ou ressecamento da pele.
- Atua na regulação da temperatura corporal, no gasto de energia do organismo e outras atividades. A deficiência destes ácidos causa diversos distúrbios orgânicos, entre eles baixa imunidade, transtornos sexuais e de crescimento.
- Poucos alimentos são fornecedores dessas substâncias em quantidade suficiente.
- O óleo de prímula é um agente ideal como fornecedor de GLA e LA.

A dosagem diária depende da necessidade, e pode variar entre 1g a 3g diários, se for inferido na forma de cápsulas.

 

Por: Eliza Harada